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Recentemente, a Universidade do Texas em Austin e a Universidade de Michigan publicaram um estudo citando que a surra está ligada à agressão, comportamento anti-social, problemas de saúde mental, dificuldades cognitivas, baixa autoestima e uma série de outros resultados negativos. As universidades usaram dados coletados de mais de 150.000 pessoas em um período de 50 anos e concluíram que não há benefícios positivos para surras em crianças. Em vez disso, existem 13 problemas de saúde mental negativos significativos que surgem das palmadas.

Elizabeth T. Gershoff, a principal autora do estudo, disse à CBS News que quando as crianças entram na escola, pelo menos 85% delas foram espancadas. Ela também afirma que surras são, em última análise, um eufemismo para bater nos filhos. Algumas pessoas podem argumentar que acabaram bem ou que precisam bater nos filhos para definir claramente quem está no comando. A esses comentários, Gershoff diz que as pessoas ficavam bem “apesar de apanharem, não por causa disso” e que há maneiras melhores e mais saudáveis de disciplinar as crianças.

As crianças precisam de disciplina em suas vidas, e a melhor maneira de fazer isso é estabelecer limites claros, ser consistentes quanto a eles, ser organizados e ser um modelo. Resumindo, o castigo corporal só leva a efeitos negativos na saúde mental das crianças a longo prazo e abre um precedente para violência futura.

Elias Minasi

Graduado em Comunicação e Marketing
Especialista em Redes Sociais
Formação como Terapeuta Reichiano pelo Centro Reichiano.
Residência em Análise Reichiana (Vegetoterapia) pelo Centro Reichiano.
Formação em Psicoterapia Breve Caracteroanalítica (PBC) pela Es.T.Er (Escola Espanhola de Terapia Reichiana).
Formação em Terapia do Renascimento e Eneagrama pelo Instituto Eneagrama Shalom
Especialista em Neuropsicologia, pela Faculdade Metropolitana de São Paulo.
Mestrando em Máster en Coaching Personal y Liderazgo Organizacional da Universidad Europea del Atlántico (em andamento).
Professor acreditado pelo IEA (International Enneagram Association – Brasil) e estudioso do Eneagrama desde 1994.

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