depressão https://minasi.com.br Alcançando a integralidade através de terapia holística. Transforme sua vida através de aconselhamento personalizado e treinamento motivacional. Mon, 05 Feb 2018 12:57:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/minasi.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-MeuEuMelhor.webp?fit=32%2C32&ssl=1 depressão https://minasi.com.br 32 32 103183256 Ansiedade: os brasileiros são campeões, segundo da OMS https://minasi.com.br/ansiedade-os-brasileiros-sao-campoes-segundo-da-oms/ Mon, 05 Feb 2018 12:57:06 +0000 http://minasi.com.br/?p=1060

O Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população. Pesam nesse cenário, dizem especialistas, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades.

O transtorno de ansiedade é um problema de saúde pública que a dona de casa Rosana Sandra Dal Bello, de 56 anos, conhece bem. Moradora de São Paulo, ela começou a ter os primeiros sintomas há 32 anos, alguns dias após o nascimento de sua primeira filha. “Eu tinha aquele bebezinho lindo no meu colo e estava tudo bem. Mas, de repente, passei a sentir um medo e uma agonia gigantescos, que me paralisavam. Não conseguia fazer nada, nem dormir.”

Rosana procurou ajuda médica e após muitas consultas obteve o diagnóstico: transtorno de ansiedade. Depois, ela ainda foi diagnosticada com depressão e síndrome do pânico. “Até acertar a medicação e a dosagem corretas, o sofrimento foi muito grande. Mas, hoje, os transtornos estão controlados.”

Medo e agonia. ‘Não conseguia nem dormir’, diz Rosana – foto: Gabriela Bilo/Estadão
Rosana não foi a primeira da família a enfrentar a doença. Sua mãe, de 74 anos, também teve quadro clínico parecido quando mais nova. “Na época, ela não teve o diagnóstico, até porque era uma doença ainda desconhecida. Mas tomou vários tipos de remédio e ficou internada em hospital psiquiátrico.”

O transtorno de ansiedade é marcado por sintomas como a dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva. Segundo André Brunoni, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), esses sintomas podem levar ao quadro depressivo, caracterizado pelos sintomas do transtorno acrescido de alterações no humor, como apatia, solidão, tristeza, além do isolamento social e dores sem justificativa física.

O número de diagnósticos em mulheres, diz ele, é maior por uma conjunção de fatores biológicos e culturais. Segundo Brunoni, a gravidez, a menopausa e o próprio ciclo menstrual provocam alterações hormonais que podem levar a manifestação dos sintomas desses transtornos. Elas também têm mais problemas na tireoide – responsável pela produção de hormônios. Já os homens têm uma resistência maior em procurar atendimento médico e também de expressar os sintomas, por isso, há um menor número de diagnósticos.

Ao Estado, o especialista da OMS para saúde mental, Dan Chisholm, indicou que é difícil indicar um fator isolado para explicar a alta taxa de transtornos de ansiedade no Brasil e mesmo de casos de depressão. “Ao contrário de outras doenças, existem muitos fatores que atuam de forma conjunta para criar esse cenário”, explicou.

Em sua avaliação, os principais fatores de risco que podem pesar no caso brasileiro incluem a situação econômica do país, os níveis de pobreza, desigualdade, desemprego e recessão. Além disso, existem fatores ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades.

Desafio. Os dados da OMS mostram que o problema é global. São 322 milhões de pessoas com depressão em todo o mundo – 4,4% da população e 18% a mais do que há dez anos. De acordo com a entidade, no Brasil, em 2015, eram 11,5 milhões com a doença e 18,6 milhões com transtorno de ansiedade.

A OMS escolheu a depressão como o tema a ser alvo de campanha internacional. Para a entidade, governos ainda não dão uma atenção suficiente a esse problema de saúde. Na frente do Brasil na lista de países com mais vítimas da depressão estão a Ucrânia (6,3%), seguida da Estônia, dos Estados Unidos e da Austrália (os três com 5,9%).
No panorama mundial, as mulheres são as principais afetadas: 5,1% são depressivas. Entre os homens, a taxa é de 3,6%.

Segundo a OMS, a depressão é a doença que mais contribui com a incapacidade no mundo. Ela é também a principal causa de mortes por suicídio, com cerca de 800 mil casos por ano.
Além da depressão, a entidade indica que, ao redor do mundo, 264 milhões de pessoas sofrem com transtornos de ansiedade, uma média de 3,6%. O número representa uma alta de 15% em comparação a 2005.

 No total, a OMS ainda estima que, a cada ano, as consequências dos transtornos mentais geram uma perda econômica de US$ 1 trilhão para o mundo.

Os 15 países com as maiores taxas de depressão:

  • Ucrânia (6,3%)
  • Austrália (5,9%)
  • Estônia (5,9%)
  • Estados Unidos (5,9%)
  • Brasil (5,8%)
  • Portugal (5,7%)
  • Grécia (5,7%)
  • Lituânia (5,6%)
  • Finlândia (5,6%)
  • Belarus (5,6%)
  • Rússia (5,5%)
  • Cuba (5,5%)
  • Nova Zelândia (5,4%)
  • República da Moldávia (5,4%)
  • Barbados (5,4%)

Fonte: *Jamil Chade e Isabela Palhares, O Estado de S. Paulo

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Orgone: A Energia da Vida – Conversa com Dr. Luiz Moura https://minasi.com.br/orgone-a-energia-da-vida-conversa-com-dr-luiz-moura/ Sat, 13 Jan 2018 15:29:35 +0000 http://minasi.com.br/?p=924

Neste vídeo, Dr. Luiz Moura fala sobre a Energia Orgone, descoberta por Wilhelm Reich: – O mínimo resultado que a caixa produz, no câncer, é um retardamento da evolução do câncer. E uma enorme diminuição da dor que o câncer produz… Vídeo-depoimentos: médicos falam sobre manutenção de saúde e alternativas na medicina para tratamentos de câncer, esclerose, hipertensão, depressão, osteoporose, dores, entre outros distúrbios dos nossos tempos.

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Respirar conscientemente é sentir-se vivo e saudável https://minasi.com.br/respirar-conscientemente-e-sentir-se-vivo-e-saudavel/ Thu, 30 Nov 2017 12:09:33 +0000 http://minasi.com.br/?p=763

A sabedoria acompanha a humanidade desde os primórdios. Nosso organismo e nosso corpo sabe como se auto-regular, sabe como combater as doenças e como fluir energeticamente saudável. No entanto, no processo do desenvolvimento, desde a infância, somos condicionados a reprimir emoções (movimentos do corpo) e instintivamente aprendemos a suprimir a respiração, como forma de estancar nossas emoções, principalmente aquelas que achamos que não damos conta de vivenciar.

Wilhelm Reich em sua pesquisa demonstrou que a qualidade respiratória é diretamente proporcional à saúde (sem dividir corpo e mente, somos um todo). Alexander Lowen, criador da BioEnergética, insistiu que a pobre respiração, aliada às couraças musculares (bloqueios emocionais instalados no corpo) são as principais origens de nossas enfermidades.

Há milhares de anos tradições como o Yoga, Tai chi chuan, meditação e outras práticas libertadoras insistem no contato com o corpo, na união da mente com o corpo e no foco centrado na respiração como caminho de auto-conhecimento e espiritualidade.

Inspire profundamente, expandindo a barriga. Faça uma breve pausa e em seguida solte o ar bem devagar. Repita esse procedimento 5 vezes. Parabéns. Você acabou de acalmar o seu sistema nervoso.

Está cada vez mais provado que a respiração controlada, como essa que você praticou mediagora, reduz o estresse, aumenta o estado de alerta e melhora o sistema imunológico. Por séculos, os yogis vêm usando técnicas de controle da respiração, ou pranayamas, para promover a concentração e melhorar a vitalidade.

Estudos descobriram, por exemplo, que as práticas de respiração podem ajudar a reduzir os sintomas associados com a ansiedade, a insônia, o transtorno de estresse pós-traumático, a depressão e o déficit de atenção.

A maneira como a respiração controlada promove a cura é smpre um motivo de estudo científico. Uma teoria é que ela pode mudar a resposta do sistema nervoso autônomo do corpo, que controla processos inconscientes como a frequência cardíaca e a digestão, assim como a resposta do corpo ao estresse, explica Richard Brown, professor clínico associado de Psiquiatria da Universidade de Colúmbia e coautor de “The Healing Power of the Breath” (O Poder de Cura da Respiração).

Mudar conscientemente a maneira como você respira parece mandar sinais para o cérebro ajustar o ramo parassimpático do sistema nervoso, que pode diminuir a frequência cardíaca e a velocidade da digestão e promover uma sensação de calma, e também do sistema simpático, que controla a liberação de hormônios do estresse como o cortisol.

Muitas doenças, como a ansiedade e a depressão, são desencadeadas ou agravadas pelo estresse. “Já vi pacientes transformados depois de adotar práticas regulares de respiração”, conta Brown e complementa afirmando “Quando você respira de maneira lenta e constante, seu cérebro recebe a mensagem de que está tudo bem e ativa a resposta parassimpática. Quando você respira de maneira curta e rápida ou segura a respiração, a resposta simpática é ativada.

Chris Streeter, professora associada de Psiquiatria e Neurologia da Universidade de Boston, recentemente completou um pequeno estudo no qual mediu os efeitos da prática diária de yoga e respiração controlada em pessoas com diagnóstico de depressão grave.

Depois de 12 semanas de yoga e técnicas de respiração adequadas, os sintomas de depressão dos participantes diminuíram significativamente e seus níveis de ácido gama-aminobutírico, uma substância química do cérebro que possui efeitos calmantes e que controlam a ansiedade, aumentou.

A pesquisa foi apresentada em maio no Congresso Internacional de Medicina e Saúde Integrativa em Las Vegas. “Os resultados nos deixaram empolgados. Eles mostram que uma intervenção comportamental pode ter efeitos de magnitude semelhante a um antidepressivo.”

Fonte: The New York Times

Aprenda três exercícios básicos, sugeridos pelo Gilberto Schulz, para você fazer por conta própria e experimentar seus efeitos. Realize as propostas com bom senso.

Respiração calmante | Adhama Pranayama

adhma pranayama respiração diafragmática

  1. Apoie as mãos sobre o abdômen, em cima do umbigo, para levar a consciência para a musculatura abdominal e sentir sua relação com os movimentos do diafragma durante a respiração.
  2. Inicialmente não tente fazer nada, apenas observe a respiração do jeito que ela estiver, inspirando e expirando somente pelas narinas. Faça isso por 10 respirações que estarão acontecendo sem o seu comando.
  3. Então, sem esforço excessivo, você vai assumir o processo respiratório. Quando estiver esvaziando os pulmões, procure sugar um pouquinho mais a barriga, contraindo o ventre. Em seguida, inspire com calma relaxando conscientemente o abdômen, permitindo sua expansão.
  4. Prossiga respirando dessa forma, na expiração contraia e recolha o abdômen e na inspiração, relaxe e permita sua expansão.Faça no mínimo 20 ciclos respiratórios e para aprofundar o efeito relaxante, ao invés da contagem, acompanhe a respiração dizendo mentalmente para si mesmo: “estou inspirando” durante a entrada do ar, e na saída, “estou expirando”.

Respiração “antidepressiva” | Kapalabhati

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  1. Inspire lentamente pelas narinas relaxando o abdômen de maneira que o umbigo se projete à frente a medida que o ar entra nos pulmões.
  2. Em seguida, expire de uma vez só, expulsando todo o ar pelas narinas, puxando o umbigo pra dentro.
  3. Após essa expiração vigorosa, já inicie a próxima inspiração lenta seguida da próxima expiração vigorosa e assim sucessivamente.Evite tensionar os músculos do rosto durante a expiração. você expulsa o ar com o diafragma auxiliado pela leve contração abdominal e não franzindo a testa e o nariz!
    Comece fazendo 10 expirações vigorosas. Descanse um pouco, então faça mais um ciclo de 10 expirações.

Respiração meditativa | Samavritti Pranayama

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  1. Sente-se com a coluna confortavelmente ereta seja com as pernas cruzadas apoiando o quadril sobre uma almofada ou numa cadeira, apoiando os pés no chão.
  2. Observe a respiração acontecendo livremente por alguns instantes.
  3. Progressivamente alongue a entrada e a saída do ar sem contar o tempo.
  4. Encontrando uma forma de respirar profunda e agradável, conte o tempo da próxima entrada de ar nos pulmões.
  5. Guarde o ar nos pulmões o mesmo tempo.
  6. Esvazie no mesmo tempo.
  7. Fique com os pulmões vazios pelo mesmo tempo.
    Verifique se esse tempo não está causando nenhum tipo de perturbação na sua mente ou fisiologia. Se estiver, ajuste-o para menos. Sugiro que faça primeiro 5 quadrados. Sentindo-se bem passe para 10 quadrados.

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