controle https://minasi.com.br Alcançando a integralidade através de terapia holística. Transforme sua vida através de aconselhamento personalizado e treinamento motivacional. Thu, 02 Dec 2021 18:27:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/minasi.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-MeuEuMelhor.webp?fit=32%2C32&ssl=1 controle https://minasi.com.br 32 32 103183256 Lidando com o medo de “ficar de fora” – FOMO (Fear of Missing Out) https://minasi.com.br/fomo/ https://minasi.com.br/fomo/#respond Thu, 02 Dec 2021 18:27:27 +0000 https://minasi.com.br/?p=2641

Se atenção plena gira em torno da ideia de estar presente no aqui e agora com consciência gentil e aberta, FOMO (Fear of Missing Out, em Inglês, também conhecido como medo de perder ou ficar de fora) é baseado no comportamento exatamente oposto: um sentimento de desejo de estar em outro lugar, ou uma sensação de que poderíamos ser mais felizes se estivéssemos fazendo algo mais, com a exclusão do momento presente.

Embora o FOMO certamente não seja exclusivo do mundo da mídia social, é onde esse sentimento espinhoso tende a correr solto. Por mais úteis que essas plataformas possam ser, elas também têm um talento especial para nos mostrar tudo e onde não estivermos: pode levar apenas alguns segundos de rolagem para descobrir que um amigo está de férias, outro está com um amigo em comum, e um terceiro acaba de ser promovido. De repente, uma noite que parecia tranquila apenas um momento atrás pode agora parecer inadequada. É fácil para a mente ficar presa neste sulco alimentado por FOMO, mas também é possível encontrar maneiras de escapar disso.

Principais conclusões:

  • FOMO pode afetar negativamente nossa saúde mental e física
  • Práticas simples e hábitos diários podem aumentar a conscientização e reduzir os efeitos colaterais do FOMO
  • A meditação pode ajudá-lo a lidar com o FOMO

Reconhecendo FOMO

No início, FOMO pode parecer sinônimo de inveja: Eu gostaria de também estar de férias em uma ilha tropical agora; Também gostaria de ser convidado para a festa da qual meu amigo vai. Mas com o tempo, esses pensamentos podem começar a se assemelhar a algo mais próximo de ansiedade: Eu ficaria mais feliz se estivesse fazendo o que essa pessoa está fazendo atualmente? Não parece que estou tendo tanto sucesso profissional quanto meus amigos, o que estou fazendo de errado?

Essa progressão de padrão de pensamento não é apenas comum. Pesquisadores descobriram que o FOMO pode ser um catalisador para problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Outro estudo descobriram que estudantes universitários que relataram mais FOMO também relataram mais sintomas físicos negativos (dores de cabeça, falta de ar, dor de garganta, dor no peito, etc.) e diminuição da atenção consciente. Pesquisas anteriores relacionaram o FOMO com motivação pessoal mais fraca, performance acadêmica, e relações interpessoais.

Portanto, o medo de perder pode começar como um sentimento experimentado apenas ao navegar pelas redes sociais, mas pode rapidamente se tornar algo que também afeta a vida offline. Felizmente, existem práticas e hábitos diários que podem ajudar a reduzir o FOMO e seus efeitos colaterais.

Como reduzir o FOMO usando meditação

O FOMO tem a capacidade de nos tirar do momento presente e de nos tornar menos atentos. Nossa mente vagueia, muito preocupada com onde mais gostaríamos de estar, em vez de estar ocupada com o que estamos fazendo ou com quem estamos. Mas podemos evitar que isso aconteça, tornando-nos mais atentos.

Tornamo-nos mais conscientes treinando a mente para estar mais presente e menos distraída, e podemos fazer isso por meio da prática da meditação. Em outras palavras, estamos nos ensinando a nos concentrar no que estamos experimentando atualmente e no que poderíamos estar fazendo. Com a prática, aprendemos a liberar todos os pensamentos ruminantes, comparativos ou perturbadores tão frequentemente provocados pelas redes sociais. Aprendemos a ver como a mente pensante se comporta e entendemos que não temos que concordar com ela – em vez disso, podemos escolher permanecer presentes. Algo tão simples e direto como meditação pode ser uma forma gentil de trazer mais atenção plena ao dia.

Como gerenciar a atenção com o tempo gasto nas redes sociais

A meditação é um excelente primeiro passo para ajudar a conter o FOMO, mas para realmente reduzir esse sentimento tanto quanto possível, também é importante abordar como interagimos com seu principal motivador: a mídia social.

Sem surpresa, pesquisadores encontraram uma correlação significativa entre os sentimentos de FOMO e o tempo gasto nas redes sociais. Na verdade, limitar nosso uso de mídia social pode levar a uma melhoria significativa em nosso bem-estar, de acordo com um Estudo de 2018. Os participantes desse estudo que limitaram o tempo nas redes sociais a aproximadamente 30 minutos por dia experimentaram uma diminuição notável nos sentimentos de solidão e depressão ao longo de 3 semanas. E todos os participantes – mesmo aqueles que não limitaram o tempo gasto nos aplicativos – mostraram diminuições significativas no FOMO e na ansiedade durante esse tempo, sugerindo que aumentou Auto-monitoramento pode ser uma ferramenta benéfica (e uma que todos nós temos disponível para nós).

Durante os momentos em que estamos ativamente envolvidos com a mídia social, o cofundador do Headspace e ex-monge budista Andy Puddicombe oferece alguns conselhos que podem ser úteis para ter em mente:

“Algo que nos ensinaram no mosteiro era sempre parar um momento para fazer uma pausa antes de começar qualquer atividade. A ideia era estar atento, não apenas da ação, mas também da intenção por trás da ação. Por exemplo, antes de comer, podemos fazer uma pausa e perceber se comemos porque estamos com fome ou porque estamos entediados. Esta se tornou uma ferramenta incrivelmente útil e algo tão útil e relevante fora do mosteiro, não importa o que estejamos prestes a fazer ”.

A próxima vez que conseguirmos sentir que estamos à beira de uma farra na mídia social, vamos considerar fazer uma pausa para perceber a sensação. O que está nos motivando a nos conectar? Quais histórias ou medos podem estar alimentando os pensamentos que vêm à tona conforme avançamos? À medida que praticamos este processo, estamos basicamente treinando a mente em consciência, habilidade que pode nos ajudar a identificar quando é hora de fechar os aplicativos para preservar nossa saúde mental.

Mudanças para lidar com FOMO

Procurando por mais meditações para facilitar o FOMO e ajudar a permanecer no momento presente? 

Para facilitar, aqui estão algumas mudanças simples e práticas, mas importantes, que podem te ajudar a focar mais no aqui e agora. 

  • Diminua o consumo de Redes Sociais – Como já discutimos, redes sociais em excesso podem ser fonte de Ansiedade, portanto diminua e controle a utilização. Não necessário parar de usar totalmente, apenas restrinja os horários e a quantidade. Existem aplicativos hoje que ajudam o usuário a controlar o uso das redes sociais. O próprio sistema da Apple (IOS) informa o a quantidade de horas gasta com redes sociais. Defina horários para utilizar e use com moderação;
  • Estabeleça Rotinas – Com as mudanças, muitos perderam suas rotinas. Estabelecer novas rotinas, como horários fixos para acordar e dormir, horário de trabalho (início e principalmente o fim, pois é importante saber a hora de parar) podem ajudar a diminuir os níveis de estresse e ansiedade. Se for difícil para você, comece do simples e vá inserindo coisas aos poucos. Não esqueça de separar um tempo para descansar e se distrair, mesmo que isso signifique não fazer nada. Isso também é importante para a saúde mental.
  • Reencontre seus prazeres – Conectar-se com antigos (ou novos) prazeres ou hobbies como pintar, tocar um instrumento, ler bons livros, jogar, enfim… a lista é enorme. Apenas lembre-se de fazer algo que lhe traga prazer, e quando estiver fazendo, aproveite o momento… não perca seu tempo postando nas redes sociais. Se não estiver sobrando tempo tudo bem, faça quando puder. 
  • Valorize as pequenas coisas – Todos já ouvimos de alguma forma a “importância das pequenas coisas”, dos detalhes do nosso dia a dia, porém neste momento vale o reforço aproveite os pequenos prazeres do seu dia, um café recém passado pela manhã, um banho quente, o conforto da sua cama, uma refeição simples ou a companhia de uma pessoa especial. Olhar para estas pequenas coisas vai te ajudar a valorizar mais o momento, viver a vida. 

As mídia sociais se tornaram uma parte integrante da vida cotidiana e pode não parecer viável cancelar totalmente os acessos a elas – e, honestamente, pode não querer. Mas se nosso tempo online está causando FOMO, é possível obter mais controle sobre a maneira como esses aplicativos nos fazem sentir. Se e quando emoções negativas começarem a surgir, podemos usar a atenção plena para fazer uma pausa, observar e direcionar conscientemente a atenção de volta ao presente.

Artigo adaptado da headspace.com

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Ame sem possuir, acompanhe sem invadir e viva sem depender https://minasi.com.br/ame-sem-possuir-acompanhe-sem-invadir-e-viva-sem-depender/ https://minasi.com.br/ame-sem-possuir-acompanhe-sem-invadir-e-viva-sem-depender/#respond Wed, 07 Apr 2021 23:31:34 +0000 https://minasi.com.br/?p=2344

O maior sinal do amor é deixar a pessoa amada ser ela mesma. É também uma enorme amostra de maturidade psicológica. E é algo muito difícil de alcançar, já que nossa sociedade “nos programa” para a posse. Em uma cultura onde vale mais quem tem mais, é difícil não extrapolar esse conceito para as relações interpessoais. Então nos tornamos possessivos.

A origem da possessividade está no medo da perda

Basta-nos apenas termos algo, apenas sentirmos que algo é nosso, que já somos tomados pelo medo de perdê-lo. E quanto mais nos apegamos a essa posse ou quanto mais amamos a pessoa, maior é esse medo.

Em muitos casos, esse medo da perda remonta a experiências passadas, especialmente a infância, que deixaram cicatrizes dolorosas em nosso cérebro. Apreciou-se que as pessoas que sofreram perdas na infância ou que não receberam atenção suficiente tendem a desenvolver um apego inseguro que as leva a depender dos outros ou a controlar suas vidas. Essas pessoas exigem atenção constante e não querem compartilhar a pessoa especial com mais ninguém por medo que lhe “roubem” e desapareçam com ela de sua vida, o que as fará experimentar os sentimentos de desamparo que sentiam quando crianças.

No entanto, pode haver outras razões para uma pessoa desenvolver esse relacionamento possessivo. De fato, a possessividade sempre implica em insegurança e baixa auto-estima. Pessoas inseguras tendem a ser mais possessivas porque têm mais medo de perder o que conquistaram porque, no fundo, acham que não merecem isso.

O problema é que essas pessoas, em vez de analisar de onde vem essa possessividade, tentam neutralizar seus medos e inseguranças com mais controle.

A dinâmica perversa do controle

Houve uma vez um monge seguidor de Buda. O monge costumava perambular dia e noite em busca de iluminação. Ele carregava consigo uma estátua de madeira de Buda que ele próprio esculpira e todos os dias queimava incenso em frente à estátua e adorava o Buda.

Um dia ele chegou a uma cidade tranquila e decidiu passar alguns dias lá. Ele se estabeleceu em um templo budista onde havia várias estátuas de Buda. O monge seguiu sua rotina diária, assim também queimou incenso em frente a sua estátua no templo, mas não gostou da ideia de que o incenso que queimava por sua estátua chegasse às outras estátuas.

Então uma ideia lhe ocorreu: ele colocou um funil na frente de sua estátua para que o cheiro do incenso só chegasse a ela. Depois de alguns dias, ele percebeu que o nariz de sua estátua estava preto e feio da fumaça do incenso.

Essa simples parábola nos mostra o que pode acontecer quando a possessividade nos cega. Na verdade, não é difícil cair em um comportamento do monge e acabar sufocando a pessoa que amamos. No entanto, o curioso sobre o controle é que quanto mais você aplicá-lo, mais controle você quer, porém mais ilusório se torna.

Para amar e deixar ser, é necessário mudar nossa mentalidade

  • Não confunda apego com amor. A possessividade geralmente vem da confusão: interpretamos erroneamente nosso apego como amor. O apego é uma emoção superficial que nos une, enquanto o amor é uma emoção mais profunda que nos liberta. Amar alguém é deixá-lo ir, amarrar alguém é experimentar apego. É por isso que a possessividade é uma forma de apego que não reflete o amor, mas sim nosso desejo e necessidade de controle.
  • Deixe a necessidade de controle. Possessividade surge da insegurança, que tentamos atenuar através do controle, porque nos dá a falsa ilusão de segurança. No entanto, quando você percebe que na realidade o controle que você exerce é mínimo, porque a qualquer momento a vida pode arrebatar qualquer coisa ou qualquer pessoa, então você entende que não faz sentido desperdiçar tanta energia inutilmente. Naquele momento, um pequeno milagre ocorre: em vez de se esforçar para controlar, você se esforça para desfrutar mais dessa pessoa ou de suas posses.
  • Cultive seu “eu”. A dependência emocional do outro e o desejo de controlá-lo surgem quando sentimos que não somos capazes de satisfazer nossas necessidades. Quando temos um “eu” amadurecido, quando confiamos em nossas habilidades e nos conectamos com nossas emoções, a possessividade desaparece, simplesmente porque não precisamos disso, não tem razão de ser. Portanto, para amar sem dominação ou dependência, é necessário realizar um profundo trabalho interior.
  • Todos têm o direito de ser. Nós não fazemos bem aos outros quando impomos nossas opiniões e maneiras de fazer. Portanto, não caia no erro de tentar impor sua maneira de ver o mundo para “ajudar” o outro. Ninguém é obrigado a atender às nossas expectativas, de modo que o maior presente que podemos dar àqueles que amamos é deixá-los ser e aceitá-los incondicionalmente.

Fritz Perls resumiu essas ideias de maneira brilhante:

Eu sou eu
Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas
Você não está neste mundo para cumprir o meu.

Você é você
Eu sou eu.
Se a qualquer momento ou em algum ponto nos encontrarmos
Será maravilhoso
Se não, ele não pode ser ajudado.
Faltando amor a mim mesmo
Quando na tentativa de te agradar eu me traio.
Falta de amor por você
Quando eu tento fazer você ser do jeito que eu quero
Em vez de se aceitar como você realmente é.

Você é você e eu sou eu.

Fonte: Rincon de la Psicologia

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Controlando as emoções no pescoço https://minasi.com.br/controlando-as-emocoes-no-pescoco/ https://minasi.com.br/controlando-as-emocoes-no-pescoco/#respond Wed, 07 Mar 2018 19:13:30 +0000 http://minasi.com.br/?p=1202

Um dos segmentos mais difíceis para um completo desbloqueio energético é o Cervical. Nele encontramos o pescoço, que é a sede do Narcisismo primário. Geralmente, não damos muita importância ao pescoço, a não ser quando temos torcicolo ou como se diz popularmente “um mal jeito”.

No entanto, neste segmento está a primeira divisão psicossomática do indivíduo (a segunda é a difragmática), onde separamos o que pensamos daquilo que sentimos, separando cabeça do corpo.

Anatomicamente falando, todos temos a mesma espessura no pescoço, mas na realidade acabamos por forçar muscularmentpescoco_criancae este segmento tornando-o ou fino demais ou grosso demais. Para isso, vai depender do nosso processo de desenvolvimento psicologico durante a infância.

No desenvolvimento infantil, geralmente aprendemos a usar o pescoço como um elemento de controle, quando precisamos aparentar que somos maiores, esticamos o pescoço; quando nos sentimos inferiores, afundamos o pescoço aparentando humildade; quando precisamos dar conta de coisas que parecem maiores que nós mesmos, engrossamos o pescoço, endurecemos, tencionamos. Assim, o corpo vai aprendendo, junto com a psique a lidar com situações vivenciais que não pudemos ou não soubemos como resolver. O problema é quando essa situação se prolonga ou quando sentimos que ela se repete, por exemplo, uma criança que vive em um lar onde recebe humilhações constantes, certamente vai descobrir no pescoço um recurso de controle da situação, que pode ser endurecido ou afundado, dependendo do caráter em desenvolvimento.

pescocolateralNo segmento cervical temos outros órgãos importantes, que também são afetados por este comportamento controlador: laringe, faringe, amígdalas, tireóide e paratireoide e músculos importantes. Aqui encontramos a defesa primária quando “temos que engolir” situações à força, então o desenvolvimento da psique de controle vai passar pelo pescoço.

Como adultos acabamos por continuar agindo da forma que a criança aprendeu a lidar com o mundo através de seu corpo. Ao nos fixarmos exageradamente no pescoço, podemos desenvolver um traço de caráter narcisista, que vai sempre mascarar nossas relações com o mundo e com os outros, numa forma de controle externo daquilo que não consegui lidar internamente.

Segundo Frederico Navarro, na vegetoterapia caracteroanalítica o trabalho com o pescoço libera os segmentos seguintes, principalmente o torácico, para um desbloqueio. A Bioenergética também oferece recursos para o trabalho no segmento cervical, quando notamos o exagero do controle ou mesmo quando não conseguimos controlar nada.

Dentro dos ensinamentos do Eneagrama podemos encontrar diversos tipos psicológicos que estando diretamente ligados ao pescoço e ao controle, começando pelo Eneatipo 2, cuja paixão é o Orgulho. Um recurso onde as pessoas deste tipo vão se distanciar do segmento torácico, do peito, onde está o nosso Self. O Eneatipo 1, onde o controle é muito importante, de forma a tornar às vezes crônico, tanto o pescoço quanto o segmento oral, usando os dois como um filtro para a raiva. No Eneatipo 8 temos um engrossamento muscular do segmento cervical, que serve para aumentar o seu poder e dar suporte ao segmento Oral, que é muito exigido por conta da liberação da Raiva.

Na verdade, todos os Eneatipos vão apresentar um problema ou outro neste segmento, tornando-o um dos mais importantes elementos de cisão no corpo e nos afetos.

Um bom exercício para o pescoço é deitar-se numa superfície segura, onde se apoie bem as costas e a lombar; dobrar as pernas; e lentamente movimentar a cabeça para o lado direito e para o lado esquerdo, focando mentalmente nas situações e emoções que tanto se desejar controlar no dia-a-dia.

Fale com o seu terapeuta sobre como você utiliza o segmento cervical, o pescoço, como forma de controle da realidade e das emoções.

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