Exercícios para Ansiedade – A Bioenergética.

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O conceito da existência de uma energia única que une o corpo e o espírito constitui um dos fundamentos de terapias orientais como a Yoga, o Tai-chi-chuan e a acupuntura.

Problemas psicológicos, o stress, as atitudes negativas e as emoções como a ansiedade, a raiva e o medo, têm uma influência sobre a maneira de se sentar, de se manter em pé, de se mover ou de respirar.

O objetivo da Bioenergética é, antes de tudo, ajudar as pessoas a tomar consciência de suas posturas, de suas atitudes de “blindagem” e das emoções associadas a essas posturas e atitudes.

Pela a prática de certos exercícios, as pessoas aprendem a liberar a couraça muscular, de modo a permitir que o corpo funcione livremente e naturalmente.

Além disso, a Bioenergética dá importância ao crescimento pessoal, servindo, assim, para o aprofundamento do conhecimento que as pessoas têm delas mesmas. Existem aqueles que praticam a Bioenergética para se manter em forma e outros que a utilizam com o objetivo de elevar a auto-estima, desenvolvendo uma atitude positiva em relação ao próprio corpo.

A respiração é essencial, pois “levamos a vida do tamanho de nossa Respiração”.

Corresponde ao primeiro ato vital do ser humano, o qual vai estar presente durante toda a vida. Ao ser cortado o cordão umbilical, o ser humano entra em contato com o mundo através da respiração. É a forma de sentir os outros e o ambiente. Sempre que quisermos sentir menos, respiramos menos, aumentando as tensões e as couraças musculares.

Aliando a respiração ao movimento, é possível reduzir ou eliminar as tensões musculares, melhorando o contato sensorial e emocional com o mundo externo.

Dois exercícios podem ajudar na expressão e liberação da ansiedade.

  • EXERCÍCIO BÁSICO DE VIBRAÇÃO (GROUNDING) 

Fique em pé com os pés separados cerca de 25 cm; artelhos ligeiramente voltados para dentro de modo a alongar alguns músculos das nádegas.
Incline-se à frente tocando o chão com os dedos das duas mãos, como na fig. 2. Os joelhos devem estar ligeiramente dobrados. Não deve haver peso algum nas mãos; todo o peso do corpo deve cair nos pés. Deixe a cabeça pendurada o máximo possível.

Respire vagarosa e profundamente pela boca. Atenção para manter a respiração (esqueça de respirar pelo nariz por enquanto).

Deixe o peso de seu corpo ir para a frente, de modo que ele caia no peito do pé. Os calcanhares podem ficar um pouco erguidos.

Estique os joelhos devagar até que os músculos posteriores das pernas estejam esticados. Isso não significa, entretanto, que os joelhos devam ficar totalmente esticados ou trancados.

Permaneça nesta posição cerca de um minuto.

1º — Você está respirando com facilidade ou está prendendo a respiração? A vibração não ocorrerá se você parar de respirar.

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2º — Você percebe alguma atividade vibratória nas pernas? Se não, tente lentamente dobrar o joelho um pouco, e então endireite-o até a posição inicial. Faça isso algumas vezes para relaxar os músculos.

3º — As vibrações são intensas ou sutis, suaves ou espasmódicas? Em alguns casos, as pessoas literalmente pulam do chão se não podem controlar a excitação. Isto lhe aconteceu?

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  • EXERCÍCIO DO ARCO

Este exercício é parecido com o precedente, exceto por exercer certa pressão (stress) no corpo para ampliar mais a respiração e para colocar mais força nas pernas. Se for feito corretamente, ajuda a liberar a tensão abdominal que torna a barriga saliente. Um exercício similar é feito pelos praticantes de T’ai chi.*

Fique de pé com os pés separados 40 cm, os artelhos virados ligeiramente para dentro.

Agora coloque ambos os punhos fechados com os polegares voltados” para cima, na linha da cintura.

Dobre os joelhos tanto quanto puder sem levantar os calcanhares do chão.

Arqueie-se para trás, dobre seus punhos, mas preste atenção para que o peso do corpo continue sobre o peito dos pés. Faça respiração abdominal profunda.

Você sente algum esforço na região lombar das costas? Se sentir, isto indica que você tem considerável tensão nesta parte do corpo.

Você sente alguma espécie de dor ou tensão na parte anterior das coxas, ou acima dos joelhos? Se suas pernas estão descontraídas, você não deverá sentir esforço algum, exceto nos tornozelos e pés, que suportam o peso do corpo.

Suas pernas estão começando a vibrar?

Você é capaz de manter um arco perfeito? Suas nádegas estão empinadas para trás ou empurradas para frente? Em ambos os casos você interrompeu o arco e sua energia e sensações não fluirão completamente até seus pés.

Arco invertidos.JPG

Trechos do livro: Exercícios de bioenergética : o caminho para uma saúde vibrante – Alexander Lowen e Leslie Lowen ; [tradução de Vera Lúcia Marinho, Suzana Domingues de Castro]. São Paulo : Agora, 1985.

 

Você tem ansiedade? Acalme-se com esta técnica de respiração bacana

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Podemos experimentar ansiedade em uma variedade de situações, mas para aqueles que experimentam a ansiedade ao extremo, ter um ataque de pânico pode ser bastante assustadora. Na verdade, nos últimos tempos, muitos têm ido tão longe como a recorrer a produtos farmacêuticos, a fim de manter o controle sobre lá dia-a-dia.

Bem, uma técnica que pode ajudá-lo, não importa onde você se encontra é uma técnica de respiração e meditação desenvolvido por praticantes de Ioga Kundalini chamada “respiração de narina alterada” – ayurvédica! Completamente natural, esta técnica simples  pode dar-lhe a liberdade de ansiedade que você tem procurado e aliviar alguns desses medos!

Respiração como prática que você tem controle

Se você sentir os sintomas de um ataque de pânico chegando, não importa onde você está, simplesmente desculpe-se por um momento, e encontre um lugar calmo, onde você é capaz de se concentrar na sua respiração. Respiração alternada é tão simples quanto parece …

Passo 1) Bloqueie sua narina direita, e respire profunda e lentamente pela narina esquerda.

Passo 2) Bloqueie a narina você estava respirando (sua esquerda), e exale com a sua narina direita.

Passo 3) A partir daqui você continuar bloqueando a sua esquerda e respirando profunda e lentamente pela narina direita.

Etapa 4) Alterne este processo de respiração e tente focar conscientemente no ar simplesmente entrando e saindo, e antes de acontecer você  pode ter interceptado um ataque de pânico!

Os ataques de pânico são algo que estamos começando a entender mais e mais conforme o tempo passa, e esta técnica é algo que você sempre pode carregar com você. Ou seja, em vez de algo físico, como um medicamento, que se o ataque vem de repente poderia piorar ainda mais na busca para localizá-lo em sua bolsa ou carteira.

A respiração de narina alternadas é uma técnica que você usar para retornar a um estado de consciência ou para controlar os sintomas de ansiedade leve!

Por favor COMPARTILHAR isso com seus amigos e familiares.

Veja este vídeo (em Inglês), que explica melhor:

Fonte: Shareably, escrito por Jake Manning em 02 de dezembro de 2016.

The Kid

Duas vidas e o tipo 3 do Eneagrama

Hollywood está cheio de influencias do Eneagrama. Em quase todos os filmes podemos ler na composição dos personagens características de personalidade muito claras, algumas de forma tão caricatas que a paixão do tipo fica exposta e muitas vezes de forma exagerada.Duas Vidas

Hoje, gostaria de falar de um filme que sempre gostei e que uso no curso inicial do Eneagrama: Duas Vidas, da Disney (The Kid), no qual vemos claramente o tipo 3 na sua paixão e na busca de redenção. Aliás, há muitos filmes retratando o tipo 3, como o Sete Vidas (will Smith); A divertida animação Rango, o camaleão, símbolo do 3, entre outros.

O Russ (Bruce Willis) é um empreendedor de sucesso chegando aos 40 anos de idade, quando começa a ver-se na imagem de uma criança, o Dusty, aos 8 anos de idade, que aparecendo fisicamente começa a tirar a sua vida dos trilhos e fazê-lo questionar sua sanidade e existência.

Duas vidasA imagem do Russ é claramente um tipo 3 workaholic, que eu definiria como sexual, auto-preservação e social reprimido – Tempo é dinheiro e Imagem é tudo!. Na definição da sua profissão, a própria criança demonstra sua paixão ao descreve-la (consultor de imagem): “você mente para os seus clientes o que eles são e eles mentem para os outros”.  A grande dificuldade do Russ em lidar com sua criança, ou seja, com sua verdade é enorme, onde ele transforma tudo em trabalho, campo no qual ele não entra em contato com o fracasso.

O fracasso persegue Russ como uma sombra em tudo o que ele faz, de forma que ele faz questão de dizer que esqueceu de sua infância, onde não era “bem sucedido”.  A grande batalha do Russ e da personalidade do tipo 3 é provar que ele não necessita de amor, que o trabalho e o sucesso lhe substituirão o amor que ele perdeu, no caso do Russ com a morte de sua mãe, ainda criança.

Falando em encouraçamento Reichiano podemos perceber que seu olho esquerdo possui um tique, que ele chama de olhos secos, que se desenvolve quando seu pai o toca culpando pela morte da mãe por câncer e desenvolve um bloqueio ligado ao mesmo.

É perceptível no Russ, enquanto tipo 3, um oral de base com uma forte cobertura narcisista, transmitido uma imagem de poder e de um Eu mascarado. A “ficha só começa a cair” quando ele em contato com a possível perda do amor de Amy (Emily Mortimer) e isso o coloca diante de sua grande ferida: O medo de não ser amado. Mesmo sendo um poderoso empresário e com tanta influência percebe que tudo isso que construiu não garante o que ele sempre buscou de forma “torta”: ser amado.

Eu não sou um fracasso!

A partir desse encontro, ele começa uma jornada de resgate de sua criança interior com o pequeno Rusty, enfrentando a raiva que tanto bloqueava em sua vida e perdoando e liberando-se, afinal ele descobre que não foi o motivo da morte da mãe, a perda do amor, e do medo do pai em enfrentar a vida sozinho.

A busca de criar vínculos verdadeiros que não estejam ligados ao seu trabalho e em ultima instancia ao sucesso, o coloca no caminho do resgate.

“Eu não sou um fracasso!” é seu grande grito ao final do filme. Este é o grito do 3, ao descobrir que pode se entregar ao amor de forma livre, sem a dependência do “sucesso”, mas simplesmente como relação, sem a posse ou manipulação.

O grande resgate do tipo 3 está neste encontro com sua verdade, deixando de lado as mentiras que conta a si mesmo, na busca de evitar o fracasso, abraçando seu grande medo de não ser amado.