Conhecer

Sombras

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Ao lado de nossa essência, “encruado”
cresce a nossa sombra ou personalidade.

Conhecer, reconhecer, observar…

emaranhado

como criança

Viver alegremente

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“A vida é sem propósito. Não fique chocado. Toda a idéia de propósito é errado – ele sai da ganância.

“A vida é uma alegria, um espírito brincalhão, um divertimento, um riso, sem nenhum objetivo em tudo. A vida é seu próprio fim, não tem outro fim. No momento em que você entende isso, você entendeu o que a meditação é tudo. Ele vive em sua vida com alegria, brincadeira, totalmente, e sem propósito no final, sem propósito em vista, nenhum propósito ali. Assim como as crianças pequenas brincando na praia do mar, coletando conchas e pedras coloridas. Com que objetivo?

“Não existe nenhum propósito em tudo.”

OSHO

OM MANI PADME HUM

OM MANI PADME HUM

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Entoar um mantra é sempre um caminho que conduz a paz. Por isso, quem “mantra” seus males espanta!
O mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto que detenha um poder específico. Mas é fundamental que pertença a alguma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos por causa da evolução da língua. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los. A vibração sonora faz nascer em nossa mente uma atmosfera de serenidade e como dizia Buda:

“O homem é aquilo que pensa.”

No Tibete utiliza-se o mantra como orações repetidas. É um caminho e um meio de alcançar paz e também elevação da consciência ou iluminação. Tudo o que pensamos se concretiza na matéria, por esse motivo eles valorizam muito a palavra, ou seja tudo aquilo que falamos e pensamos. O mantra mais utilizado na tradição tibetana e associado ao Bodhisattva da Compaixão (Avalokiteshvara) é o Om Mani Padme Hum (pronuncia-se Om Mani Peme Hum).

Tradução: Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus. (O Lótus é o chakra).

Significa – Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa.

Avalokiteshvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha. Destas alturas, estava para partir à planos ainda mais elevados, e distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade. O lamento por sua partida. Seu coração encheu-se de compaixão e Avalokiteshvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução da humanidade.

Este juramento bodhisatva, é feito por todos os mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir as sua evolução em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados.

Ao recitarmos o Mani mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando – a roda da evolução espiritual da humanidade.

Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibete. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: Om Mani Peme Hung este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.

Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o “Mani mantra”, uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado. O mantra Om Mani Padme Hum, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento.

Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tanto comentário importante. De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.

O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual. Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto.

Existe também um grande numero de outros beneficio que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do karma negativo.

OM – A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA – Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI – Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM – Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.

A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana.

OM – Dissolve o orgulho
MA – Liberta do ciúme e da luxuria.
NI – Consome a paixão e os desejos
PAD – Elimina a estupidez e danos.
ME – Liberta da pobreza e possessividade.
HUM – Consome a agressão e o ódio.

Os mantras são frequentemente os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres e que o compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio. Dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.

Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokiteshvara. O mantra Om Mani Padme Hum, chamado de mani mantra, levanta algumas traduções misteriosas. Diz a tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, Mani Padme, colocado entre as duas silabas sagradas Om e Hum.

OM – Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.
MANI – Jóia em sânscrito
PADME – Lótus ou chakra
HUM – A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras.
MANI – Refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.
PADME – Refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.

Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: “Aquele que segura a Jóia e o Lótus”. Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes para a mesma deidade.
Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.

Sendo a deidade e o mantra um em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.

Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno:

OM – Purifica o corpo
MA – Purifica a palavra
NI – Purifica a mente
PAD – Purifica as emoções
ME – Purifica as condições latentes
HUM – Purifica o véu que encobre o conhecimento

Cada silaba é ela mesma uma oração:

OM – É oração dirigida ao corpo dos budas
MA – É oração dirigida à palavra dos budas
NI – É oração dirigida à mente dos budas
PAD – É oração dirigida às qualidades dos budas
ME – É oração dirigida à atividades dos budas
HUM – Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.

Estas seis silabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos.

OM – Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano
MA – Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme.
NI – Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único Guru.
PAD – Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância.
ME – Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões : Todos os desejos intensos, cobiça, avareza e luxuria.
HUM – Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio.

As seis silabas sagradas Om Mani Padme Hum são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade da alma.

 

Fonte: https://www.facebook.com/eusuperior/posts/319836548186615